O QUE É?


O Conceito

A Inteligência Emocional é a base do desenvolvimento pessoal. É a capacidade de sermos inteligentes com as nossas emoções, reconhecermos as nossas emoções e as emoções dos outros e a capacidade de gerirmos as nossas emoções e as dos outros.
A inteligência emocional é uma dança entre o nosso cérebro racional e o nosso cérebro emocional. A intersecção entre ambos os cérebros, a sua interacção, é o que constitui a inteligência emocional.

As Três Correntes Mundiais

Existem alguns conceitos que diferem ligeiramente no que consta às categorias da Inteligência Emocional. Existem três grandes correntes mundiais deste tema e cada corrente defende o conceito à sua medida. Eles são distintos, mas também se cruzam em alguns pontos.

  1. A primeira grande corrente mundial é a inteligência emocional vista como uma habilidade própria, criada na Universidade de Yale pelo Dr. John Mayer, Dr. Peter Salovey e depois pelo Dr. David Caruso. Eles olham para a inteligência emocional da forma mais académica e pura, reconhecendo os estados emocionais do meio ambiente, utilizando emoções para modificar o pensamento e reconhecendo o encadeamento das emoções. Esta corrente culminou com a criação da ferramenta MSCEIT (Mayer Salovey Caruso Emotional Intelligence Test).
  2. A segunda grande corrente mundial é a inteligência emocional ligada ao bem-estar. Esta corrente foi criada pelo Dr. Reuven Bar-On e é distribuída pela Multi-Health Systems. Nesta corrente existem 15 subcategorias de inteligência emocional e partes delas fundem-se com conceitos de personalidade. Esta corrente culminou com a criação da ferramenta EQ-i (Emotional Quotient Inventory).
  3. A terceira grande corrente mundial é a inteligência emocional ligada às empresas. Esta corrente foi criada pelo Dr. Daniel Goleman, Dr. Richard Boyatzis e pelo Hay Group. Nesta corrente existem 12 subcategorias que se ligam à vertente empresarial. No entanto o modelo inicial ligava a inteligência emocional à vida pessoal também, sendo que depois Goleman focou-se mais na vertente empresarial. Esta corrente culminou com a criação da ferramenta ESCI (Emotional and Social Competency Inventory).

Porquê este Conceito?

Um dos principais motivos do “nascimento” da inteligência emocional era perceber porque é que algumas pessoas conseguiam ser tão inteligentes em alguns campos, nomeadamente na sua inteligência académica e tão fracas noutros campos, nomeadamente na inteligência social e emocional. Esta diferença, concluíram os especialistas, é que não existe uma única inteligência. Podemos ser muito inteligentes academicamente, com um QI elevado, mas termos um QE baixo. Termos um QI elevado não significa que iremos ter um QE elevado. Uma inteligência não está correlacionada com a outra. O que acontece muitas vezes é que as pessoas com um QI muito elevado podem descurar trabalhar o seu QE pois atingem objetivos no início da sua vida com facilidade, nomeadamente na parte académica e não encontram necessidade em trabalhar a sua parte pessoal e emocional, as suas competências emocionais. Muitas vezes é apenas na fase adulta que depois esta descompensação começa a aparecer. O stress do trabalho, a vida pessoal, a vida familiar e os eventos negativos que vão surgindo ao longo da nossa vida requerem um domínio social e emocional que se não treinarmos, se não trabalharmos, irá gerar resultados desastrosos.

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